sábado, 29 de janeiro de 2011

A Era da convergência por Carlos Hilsdorf

Carlos Hilsdorf explica um pouco sobre a era da convergência...



Parte 1:




Parte 2:


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Interdimensão - O homem se torna naquilo que pensa

Tornando possível o Impossível

Como utilizar melhor o cérebro

Como mudar a realidade

Desempenho vs Resultado

O Caminho do Sucesso

Qual a sua crença com relação a dinheiro?

Cuidado com as aparências

A Técnica do Sanduiche

Sucesso sem trabalho

Para quem Você trabalha?

O Poder de ter Metas por escrito

Poder do Pensamento

O Poder do Dízimo Pessoal

Por que estou estacionado?

A Consciência da Pobreza?

Dize-me com quem andas e...

Ser rico é o mesmo que ser próspero?

O poder da declaração

As leis da riqueza

Como aprender melhor - Use a cabeça e vença o desafio

Dicas do Lair Ribeiro sobre como aprender melhor - "Use a cabeça e vença o desafio"

domingo, 23 de janeiro de 2011

Quer ser um bilionário?

O sonho de milhões de pessoas é ver sua conta bancária alcançar os 7 dígitos. A grande maioria pessoas mal consegue se imaginar com milhões, imagine com bilhões. Algo surreal que apenas 678 pessoas dos 6,8 bilhões de habitantes do planeta sabem o que é. O que eles têm em comum? O que fizeram de tão extraordinário? Se fosse possível criar "a receita do bilhão" seria algo como a lista abaixo, que extraí dos dados divulgados pela pesquisa da Forbes que buscou achar semelhanças entre os 400 mais ricos do mundo.

  1. É preciso que você seja homem. Apenas 1% de todos os bilionários do mundo são  mulheres.
  2. Não tem idade para se tornar bilionário. Mas geralmente acontece entre os 28 e 45.
  3. É preciso ter sorte.
  4. Se você é mulher, mude-se pra China. Das 15 bilionárias no mundo, 7 fizeram fortuna lá.
  5. Estude em Harvard. Ao todo, 38 bilionários estudaram lá.
  6. Ou em Stanford. Ao todo, a universidade formou 18 bilionários.
  7. Se você conseguir pagar, pode abandonar o curso. Fundadores do Google, Yahoo!, Microsoft e Apple não terminaram a faculdade antes de ganhar seu primeiro bilhão.
  8. Tenha MBA. Número de empreendedores com diploma de MBA é 50% maior que o de graduados.
  9. Não ter frequentado uma universidade dificulta,  mas não torna impossível. Dos 25 novos bilionários da Forbes, 2 tem diploma apenas do Ensino Médio.
  10. Demissão pode ser um sinal. Vários bilionários ficaram ricos após ser despensados pela empresa em que trabalhavam. Michael Bloomberg, David Tepper e Leon Black são alguns.
  11. Wall Street, Califórnia e China são os melhores lugares para se tornar um bilionário.
  12. China é o melhor lugar pra se começar um negócio do zero. Só no último ano, 49 empreendedores entraram para a lista da Forbes vindos de lá.
  13. Ao contrário do que se pode pensar, as oportunidades não estão apenas no mercado financeiro. De fato, apenas 20% das empresas que tornaram seus fundadores bilionários atuam nesse segmento.
  14. Depois que a empresa for um sucesso, considere abrir o capital. Jeff Bezos e  Pierre Omidyar (eBay) multiplicaram suas fortunas quase da noite pro dia após o IPO.

Andando em Círculos

Muitas e muitas pessoas estão andando em círculos neste momento sem saber. O tempo passa, os projetos mudam e as pessoas fazem a mesma coisa e do mesmo jeito; continuam carregando as mesmas preocupações e a história se repete como em um filme da Sessão da Tarde. O problema é que a maioria não sabe que está andando em círculos até estar a beira do precipício. De fato, um círculo não tem fim, mas ele pode ser interrompido por você ou pela vida.
 
A melhor maneira de evitar o que David Armano batizou de "ciclo da insanidade" é cuidando para não cair nele. A segunda melhor maneira é fazendo uma auto-análise para identificar as características e o interromper da forma mais rápida possível — mas isso só acontecerá se você perceber que está andando em círculos e, como eu disse, a maioria não sabe até ser tarde demais.
 
Na vida profissional, só existem dois tipos de caminhos: tortuosos e circulares. Linhas retas não existem. Os tortuosos trazem obstáculos que estão sempre lhe forçando a fazer curvas perigosas, nunca é tão calmo como dirigir em uma estrada. Já os circulares são mais constantes, proporcionam uma falsa sensação de segurança, e não levam a lugar nenhum a não ser estagnação e fracasso.
 
Você pode estar andando em círculos se:
 
- Tenta corrigir algo incorrigível.
 
- Contorna obstáculos em vez de superá-los.
 
- Faz a mesma coisa várias e várias vezes esperando que o resultado seja diferente.
 
- Preocupa-se com algo que está fora do seu alcance.
 
- Comete erros e comete os mesmos erros de novo.
 
- Esquece das suas limitações e das limitações dos outros.
 
 
 
 
 

sábado, 15 de janeiro de 2011

Lição de liderança do Filme: Fomos Heróis

Lição de liderança do Filme: Fomos Heróis

Lição de determinação para o sucesso...

Conquistando o Impossível...

O poder da persuasão por Robert Cialdini


Palestra sobre o poder da persuasão com Robert Cialdini...


1º Parte
 
 
 
 
2º Parte
 
 

Entrevista com Cleyton Chistensen...

Cleyton Chistensen fala sobre as influências paternas no despertar da criatividade...


 

Entrevista com Jack Welch...

Jack Welch , ex CEO da GE fala sobre os pilares para se construir uma organização vencedora...

 

A Estratégia do Oceano Azul...

Vídeo bacana que mostra um pouco da essência da "Estratégia do Oceano Azul".



 

Entrevista sobre produtividade com Cristian Barbosa...

Assisti hoje a uma entrevista interessante sobre gestão da produtividade com diversos tópicos do dia a dia profissional e pessoal e resolvi compartilhar com vocês. Abaixo as 4 partes da entrevista:


Parte 1




Parte 2




Parte 3




Parte 4

 
 
Espero que gostem!

Conhecimento é poder...

Converse com as pessoas, seja atencioso e gentil.
Todos são importantes ou um dia serão.
Planeje suas ações, crie metas, saiba o que deseja atingir e, acima de tudo, tenha estratégia para alcançá-las.
Seja seu garoto propaganda, faça seu comercial — curtinho, sem ser chato, mas faça.
Tenha em mente seu roteiro e seus pontos mais fortes, pois nunca se sabe quem você pode encontrar ou quais oportunidades poderão surgir.
Lembre-se de seu cartão de visitas! Nada pior que alguém lhe oferecer o cartão e você ter de se desculpar por ter esquecido o seu e ficar anotando em "papeizinhos" seus contatos.
Isso é horrível! Educação e pequenas gentilezas nunca são demais.
Esteja bem informado para não cometer gafes.
Promova-se. Fale de seus projetos e conquistas.
Pratique esportes. Isso vai mantê-lo saudável, é um requisito de pessoas bem-resolvidas e equilibradas, além de aliviar o estresse e promover sua imagem.
Cuide de sua aparência. Ela é o primeiro aspecto que será avaliado.
Pense: "Será que minha imagem é a de alguém de sucesso?".
Procure aprender sempre mais.

Conhecimento é poder!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Projetos, quais são os seus?

Projetos, quais são os seus?

Projetos, projetos pessoais, projetos profissionais, objetivos, reallização, liderança, gestão, desenvolvimento humano, comunicação pnl, coaching, poder pessoal, neurolinguistica, persuasão, curso, bh, mg, desinibição, liderança, criatividade, trabalho em equipe, conflitos, clima organizacional, vendas, dinheiro, atendimento ao cliente, qualidade de vida, equilíbrio emocional, inteligência"Se você está sempre observando, está sempre aprendendo. E, ao longo do processo, estará coletando idéias, caminhos e pontos de partida que mais tarde poderão se transformar em grandes projetos."

Tom Peters

"Ter escolhas ou opções é melhor do que não tê-las", diz um dos pressupostos da Programação Neurolinguística - PNL. Isso significa que todas as pessoas tomam decisões com base em suas escolhas em determinado momento e contexto. Escolhas levam a resultados e estes são produtivos ou improdutivos.

Objetivos levam a projetos. Projetos exigem metodologias, recursos, cronogramas, ferramentas e, claro, as ações pessoais que levarão ou não aos resultados propostos.

Projetos em si representam apenas uma pequena parcela do êxito a que se propõem. Os projetos formais, aqueles que são postos no papel, num software ou noutra representação esquemática e mesmo os projetos informais, aqueles que existem apenas na mente de seus idealizadores só se tornam realmente consistentes se, no momento de sua implementação, os responsáveis forem dotados de habilidades como disciplina, determinação, foco, persistência, controle emocional, capacidade de trabalhar em equipe e lidar com obstáculos, dentre muitas outras habilidades críticas do sucesso.

Na nova série de quatro artigos, que iniciaremos na próxima semana abordaremos o tema.

Você possui as habilidades necessárias ao sucesso de seus projetos?


A frase de Tom Peters, na epígrafe deste artigo, é digna de análise e reflexão. Aprender, observar, coletar ideias é o combustível para se ter ideias. Ideias, no entanto, não são, essencialmente, sinônimos de sucesso.  Uma pessoa que gera várias ideias por mês, mas não age e outra que gera apenas uma ou duas ideias por mês, mas faz dessa ideia um projeto e deste uma realização não são equivalentes. Ideias na cabeça não servem muito, são como sementes numa lata. Para gerar frutos, precisam de um terreno fértil.

A maioria das pessoas se julga sem criatividade. Das que se acham criativas a minoria possui as habilidades que coloca seus donos no rol dos realizadores, dos empreendedores e, destes, um mínimo é capaz de enfrentar as adversidades, rever seus planos e chegar ao objetivo.

Alguns dizem que esses poucos são sortudos. Não. Não são. São pessoas que reúnem as capacidades técnicas, a garra e as habilidades comportamentais necessárias e essenciais ao sucesso.

Na nova série de artigos "Projetos Pessoais e Profissionais", que iniciaremos na próxima semana, abordaremos as etapas técnicas e apontaremos para as habilidades comportamentais capazes de levar uma pessoa da ideia aos frutos desta.

Não espere um receituário ou um rosário de dicas, mas sim, os caminhos que o levarão da semente ao plantio, depois será necessário passar pelo cultivo e, finalmente, chegará o momento da colheita. A natureza não dá saltos.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Todo o excesso é ruim, até na hora de "vestir a camisa da empresa"

 
Profissional muito envolvido pode prejudicar a vida pessoal e perder oportunidades. Contudo, é preciso avaliar as razões desse excesso
 
Executar bem as funções, atingir as metas e até ultrapassá-las são sinais de envolvimento com a empresa e o trabalho. E isso é positivo. Extrapolar suas funções, ficar horas além do que precisa e esquecer da sua vida pessoal são sinais de que algo está errado. E isso é negativo.
 
"Vestir a camisa da empresa é uma qualidade e um ponto bem visto pelas empresas. O excesso é que é prejudicial", ressalta a gerente de Relacionamento do Grupo Foco, Adriana Cavalcante. "Pode-se identificar quando esse limite é rompido, quando de alguma forma outras atividades do profissional são prejudicadas e quando o profissional extrapola suas atribuições", ressalta o CEO do Grupo Soma Desenvolvimento Corporativo, Antonio Caminhato.
 
Para os especialistas, quem "veste a camisa", confia no seu trabalho e no da empresa, gosta do que faz e executa suas funções com competência. O aumento da produtividade é uma das consequências diretas desse envolvimento positivo. O excesso, dizem, está naquele profissional que não enxerga outros horizontes para além da empresa, esquece o mercado e a vida pessoal. A consequência é a falta de resultados sustentáveis.
 
Consequências
 
 
Dedicar-se ao trabalho e esquecer o resto não é uma postura saudável. Para Adriana, dedicar-se demais à empresa tem uma consequência direta e considerada por ela como a mais importante: o cansaço físico. Para as empresas, o principal ponto na avaliação da especialista é o fato de ela não conseguir desenvolver no profissional habilidades que poderiam contribuir mais para a organização.
 
Caminhato acredita que o envolvimento em excesso pode até prejudicar as metas da empresa."Quando ele [profissional] está envolvido mais do que o necessário, ele acaba desfalcando a equipe, porque ele extrapola suas funções", diz. Em vez de executar suas tarefas, ele passa a executar outras que não compete a ele fazer e esquece aquelas das quais ele deveria de fato cuidar.
 
Outra consequência direta é uma certa cegueira com relação ao que está fora da empresa. Olhar para o mercado é importante e saudável. Mas profissionais que se envolvem demais, além da conta, esquecem de olhar para fora. "Ele pode deixar passar oportunidades e se ele vislumbra uma carreira dentro de determinada empresa", ressalta Caminhato.
 
 
 
Os motivos
 
Mas porque existem profissionais que se envolvem além da conta? A resposta não é tão simples, como explica Adriana. " Depende muito do projeto de carreira desse profissional", afirma. " Não existe uma única razão", considera. De acordo com ela, muitos profissionais conseguem e gostam dessa rotina.
 
E as razões que o levam a se envolver com o trabalho de maneira excessiva, muitas vezes, estão além da vida profissional. "Tem muita gente que tem problemas pessoais e decide se focar no trabalho. Isso é comum", diz. "Também depende muito do projeto de carreira desse profissional. Nem tudo é prejudicial".
 
 
Olhando no espelho
 
 
E como saber se o seu envolvimento é prejudicial? Um primeiro sinal é a própria avaliação de desempenho. Se o seu trabalho não estiver satisfazendo seus líderes, ainda que você esteja se esforçando além da conta, é hora de parar e pensar. "Todo profissional precisa fazer uma autoanálise periodicamente, principalmente em relação ao futuro", comenta Caminhato.
 
Suas funções estão sendo executadas ou você prefere fazer aquilo que está além delas? "É aí que ele deve ver se ele está extrapolando suas funções", acredita o CEO. Um ponto importante ressaltado pelo especialista é a diferença entre metas e funções. Não há nada de mais em querer ir além das suas metas.
 
Ao contrário, o mercado estimula esse comportamento a todo o momento. O erro está naqueles profissionais que acreditam que serão bem vistos, se ultrapassarem as suas funções. "O ideal é manter um padrão para cumprir suas funções", afirma Adriana.
 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Revisão da Vida para 2011

Estamos no mês da esperança, onde os sonhos se renovam, as agendas são compradas e as promessas são ditas. Todo final de ano tem o mesmo ritual, o que é muito legal e necessário, mas para a maioria das pessoas, tudo não passa das primeiras semanas do novo ano.

Sem consistência e método, este momento de fim de ano acaba sendo desperdiçado por grande parte das pessoas e resta apenas seguir um padrão muito parecido com o que vem sendo feito nos últimos anos. Se você não romper esse ciclo, 2011 será mais um ano de muita ação e pouca evolução.

O primeiro passo para sair do lugar em 2011 é definir no que realmente você vai querer focar e o que vai deixar de fazer no próximo ano. Definir o importante implica em parar e fazer uma profunda reflexão sobre as coisas que realmente trazem retorno para sua vida, que trazem felicidade, resultados e equilíbrio. Se isso não estiver claro, você com certeza vai se perder em coisas circunstanciais, sem a menor relevância.
 
Parece simples, mas na hora de escrever não é tão fácil assim. Reserve um tempo para esse exercício, escreva e descreva tudo que vier à sua mente e depois faça uma seleção do que realmente será importante para o próximo ano. Depois dos itens importantes selecionados, crie indicadores que permitam saber se você está indo na direção certa. Algo que o permita fazer uma análise em alguns meses e ter a certeza de que está indo na direção correta.
 
Sabendo o que é importante, fica mais fácil saber o que não é importante. Se você tentar fazer tudo, acaba não fazendo nada. Escolha ser mais seletivo no ano que vem, aprenda a dizer não com fundamento, tenha coragem de interromper coisas que não trazem mais resultados e de mudar situações que só trazem estresse. A vida passa rápido demais se você não assumir o controle da situação.

Depois, é o momento de pensar nas suas metas para próximo ano, algo que faça você realmente sair do lugar, evoluir na carreira, na vida, nas finanças, nos relacionamentos, na espiritualidade, etc. Não importa o que seja, mas precisa ser extremamente apaixonante, em pequenas quantidades e muito realista.

Eu costumo recomendar a especificação de duas, três metas no máximo para o próximo ano. É melhor do que ter uma lista interminável que nunca será realizada. Seja seletivo e coerente. Feita a escolha, é preciso elaborar um excelente plano de ação, afinal, são esses passos que vão realizar a meta. Esse será o fator determinante se sua meta sairá ou não do lugar. Atividades de grande duração, que você não consegue visualizar a execução, simplesmente não são feitas. Anexe seu plano de ação na sua agenda de papel ou software e agende uma tarefa de revisão mensal até o final do ano sobre esse plano, pois assim você terá um contato constante com o objetivo e ele não ficará esquecido.

     Na revisão de fim de ano, inclua também a revisão da sua carreira, já que ela é a principal responsável pelo uso do seu tempo e da sua geração de resultados. Qual foi a evolução da sua carreira neste ano? Que oportunidades foram aproveitas ou desperdiçadas? O que você aprendeu? Está valendo a pena o que você faz atualmente? Como foi seu reconhecimento? É o momento de manter, acelerar ou mudar? Estas são algumas perguntas que você precisa se fazer para ver o que deverá alterar ou manter no próximo ano. O mercado está bem aquecido para você ficar na zona de conforto, então aproveite ao máximo o que esse nosso momento de economia e crescimento pode oferecer para sua vida. Ficar ou sair da empresa é uma decisão que precisa levar em conta os objetivos da sua carreira. Ambas as opções são viáveis, desde que ajudem você a progredir.
     Por último, e não menos importante, envolva sua família neste processo. Planejar em família é um grande fator de realização. Envolva seu cônjuge, seus filhos, seus pais, etc. Sonhar juntos e agir juntos funciona melhor do que de forma isolada. Lembre-se de que, por mais sucesso que você possa ter individualmente, nada compensará um fracasso familiar.
     O momento nunca esteve melhor para você fazer 2011 com mais resultados, diferente dos outros anos e na direção do que você realmente deseja. Isso vai depender apenas de você, da sua atitude e da sua capacidade de planejamento.

 

Evolução das compras coletivas

Outros sites estão surgindo a partir do modelo de negócio que mudou a forma de consumo na internet

O modelo de negócios dos sites de compras coletivas criou um nicho de mercado na internet e inspirou o surgimento de variações destes sites como os agregadores e os clubes de compras. O Brandsclub (http://www.brandsclub.com.br), primeiro clube de compras do Brasil, que vende roupas e acessórios de boas marcas com até 90% de desconto, surgiu em março de 2009, quando este tipo de consumo se consolidava nos Estados Unidos. Antes mesmo do primeiro site de compras coletivas surgirem por aqui.
A diferença básica é que os clubes de compras vendem produtos e não vouchers de serviços como os sites de compras coletivas. E, por conta disso, precisam ter galpão e logística. Uma espécie de outlet virtual. O Brandsclub já tem 2,3 milhões de usuários e 230 funcionários. "A expectativa é aumentar nossas vendas em 30% até o final do ano", revela o CEO Paulo Humberg, de 42 anos. Há quatro meses, a empresa recebeu o aporte de capital de 17 milhões de dólares do grupo sul-africano Naspers. "Não pensamos em vender porque é um projeto grande de vida. Temos, no mínimo, dez anos para crescer ainda", revela.
Outro modelo que surge por aqui são os agregadores de ofertas como o Kekanto (
http://br.kekanto.com) e o Saveme (http://www.saveme.com.br). Eles relacionam em suas páginas as ofertas dos sites de compras coletivas. Funciona como um shopping de ofertas. "Em poucos meses vimos surgindo os três primeiros sites, tudo acontecendo muito rápido. A gente logo pensou que estas características de mercado precisariam de um diferencial. E tivemos a sacada: ao invés de disputar mercado com eles, vamos agregar", lembra o publicitário Guilherme Wroclawski, de 27 anos, sócio do também publicitário Heitor Chaves, de 25.
Eles criaram a página em quatro dias, começaram com sete e hoje já têm 40 sites agregados. "Recebemos 20 só na última semana", conta. A empresa que nasceu com o nome de ZipMe foi comprada recentemente pelo BuscaPé, que passou a deter 75% do negócio enquanto os empreendedores continuaram como sócios-gestores. E os mais novos milionários da internet. "O principal é não dar atenção às denominações que recebemos porque este é apenas o começo", garante Guilherme.
No Kekanto, lançado em março, os usuários ainda contam com uma resenha dos serviços por meio da opinião de quem já testou. "É uma espécie de boca-a-boca mais eficiente e mais organizado", conta o empresário Fernando Okomura, de 31 anos, que trocou a carreira tradicional de consultor na McKinsey pelo empreendedorismo.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Geração Baby Boomer , Geração X, Geração Y, Geração Z ...

Recentemente tem havido uma necessidade de se nomear as gerações de forma a não alinhar com as mesmas características indivíduos de épocas diferentes. Até há pouco tempo atrás, quando nos referíamos a crianças, adolescentes ou pessoas de meia ou terceira idade acabávamos generalizando comportamento e características, independente da época em que viveram.
Hoje é inaceitável imaginar o comportamento de um adolescente, independente da época que tenha vivido.
Assim, fica fácil entender que um adolescente do Século XIX, com certeza terá características diferentes de um adolescente do início do Século XX, ou dos anos 50, 60 ou 90.
Dessa forma, se optou por chamar as gerações (independente de sua idade, já que as gerações envelhecem) por nomes específicos

As principais classificações das gerações são:


 

Geração Baby Boomer 

Baby Boomer é uma definição genérica para crianças nascidas durante uma explosão populacional - Baby Boom em inglês, ou, em uma tradução livre, Explosão de Bebês. Dessa forma, quando definimos uma geração como Baby Boomer é necessário definir a qual Baby Boom, ou explosão populacional estamos nos referindo.
Em geral, a atual definição de Baby Boomers, se refere aos filhos da Segunda Guerra Mundial, já que durante a guerra houve uma explosão populacional.
Normalmente são as pessoas nascidas no final da década de 1940. Acadêmicos justificam o fato, explicando que o ser humano tem uma característica de aumentar a reprodução quando se sente ameaçado ou em perigo por determinados períodos, que foi o caso da Segunda Grande Guerra. Na prática, no entanto, se consideram como Baby Boomers os nascidos entre 1946 e 1964, separados em duas gerações:

a) Primeiros Boomers (1946 a 1954)
b) Boomers posteriores (1955 a 1964)

São os considerados pais da
Geração X e avós da Geração Y e parte da Geração Z.
Podemos determinar as seguintes características para a Geração de Baby Boomers:

Possui renda mais consolidada.
Tem um padrão de vida mais estável.
Sofre pouca influência da marca no momento da compra.
Apresenta maior preferência por produtos de alta qualidade.
Prefere qualidade a quantidade.
Experiências passadas servem de exemplo para consumo futuro.
Não se influencia facilmente por outras pessoas.
Não vê o preço como obstáculo para perseguir um desejo.
É firme e maduro nas decisões

 

 

Geração X 

 

Os integrantes da Geração X têm sua data de nascimento localizada, aproximadamente, entre os anos 1960 e 1980. A Geração X é formada pelos filhos da Geração Baby Boomers, formada logo após a Segunda Guerra Mundial e pelos pais da Geração Y.
Apesar de haver tentativas anteriores de se utilizar o termo Geração X, a definição que se refere à Geração que teve início na década de 60 se deve a um estudo realizado por Jane Deverson. A idéia era classificar a geração de adolescentes da época, que eram considerados muito rebeldes para os padrões de então. A literatura cita comportamentos não usuais para a época, como "não acreditar tanto em Deus", ou fazer sexo antes do casamento. Por serem filhos de uma geração mais comportada, o estudo gerou recusa de uma Revista Britânica que o havia encomendado. A editora achou os resultados fortes demais.
O Relatório foi então publicado por Deverson junto a um correspondente americano, Charles Hamblett, que lendo os resultados resolveu chamar a geração de "X".
Hoje não se sabe ao certo se o "X" se refere à expressão em inglês "X rated", que significa ações ou produtos pornográficos, ou se a referência é ao "X" utilizado em matemática, como uma incógnita a ser descoberta.
Entre as principais características dos indivíduos da geração X, encontramos:

Busca da Individualidade sem a perda da convivência em grupo.
Maturidade e escolha de produtos de qualidade.
Ruptura com as gerações anteriores.
Maior valor a indivíduos do sexo oposto.
Busca por seus direitos.
Respeito à família menor que o de outras gerações.
Procura de liberdade.


 

Geração Y 

A Geração Y, ao contrário do que muitos pensam, não se refere exatamente a uma legião de adolescentes, mas sim a uma "determinada" geração, nascida entre os anos 1980 e 2000. São os filhos da Geração X e netos dos Baby Boomers.
Como é uma geração relativamente nova, ainda não há uma conceituação clara das características desta geração, a não ser pelo fato que nasceram em um mundo que estava se transformando em uma grande rede global. A Internet, emails, redes de relacionamento, recursos digitais, fizeram com que a geração Y fizesse milhares de amigos ao redor do mundo, sem ao menos terem saído da frente de seus computadores. A mobilidade nas comunicações é outra característica associada ao consumo da Geração Y.
Não há acordo entre os estudiosos a respeito da data exata de início e fim desta geração. Alguns voltam alguns anos e ultrapassam os anos 70. Outros dizem que a geração Y se mantém até 2010. O que há em comum, no entanto são os novos hábitos voltados à comunicação e obtenção da informação instantânea.
Também são chamados de Millennials por serem a geração da mudança do milênio.
A definição foi criada pelo Advertising Age. Uma revista de publicidade e propaganda Norte Americana, que definiu, em 1993, os hábitos de consumo dos adolescentes da época. Como eram filhos dos integrantes da Geração X, se achou óbvio, que esta nova geração fosse chamada pela próxima letra do Alfabeto.
Entre as principais características dos indivíduos da Geração Y, encontramos:

Estão sempre conectados.
Procuram informação fácil e imediata.
Preferem computadores a livros.
Preferem emails a cartas.
Digitam ao invés de escrever.
Vivem em redes de relacionamento.
Compartilham tudo o que é seu: dados, fotos, hábitos.
Estão sempre em busca de novas tecnologias.

Apesar de já haver uma definição para a próxima letra (
Geração Z) esta geração não está definida, exatamente numa época, mas em um hábito de comportamento: uma geração eternamente conectada e preocupada com a ecologia e o respeito ao meio ambiente.


 

Geração Z

Classificar gerações de épocas específicas e nomeá-las tem sido um hábito comum desde o Século passado. Baby Boomers, Milennials, Yuppies, e outras denominações tem aflorado na literatura para se referir a uma determinada geração.
Diferentemente de classificação por idades, sexo ou renda, como por exemplo, adolescentes, adultos, ricos, pobres, homens e mulheres, a classificação por gerações se apresenta mais correta para definir alguém, mesmo com o passar dos anos.
Se não, vejamos. Hoje, uma pessoa de 13 anos com uma renda alta poderá ser classificada como um adolescente pertencente à classe "A". Isso não quer dizer que dentro de 30 anos, esta mesma pessoa continue sendo um adolescente (já que terá, então 43 anos) nem continuará pertencendo à classe "A" (já que poderá ter, por exemplo, empobrecido).
Já as gerações permanecem com suas denominações, independente de mudanças pessoas, de idade ou de renda.
Algumas denominações atuais tem usado as letras do alfabeto. Assim, a
Geração X se refere aos filhos dos Baby Boomers da segunda guerra mundial e a geração "Y" se refere aos filhos da geração "X". Leia mais sobre gerações no artigo "Geração X, Geração Y, Geração Z...".
Uma nova denominação está sendo utilizada para uma geração cada vez mais presente e atuante no mercado: a geração "Z". Ao contrário do que possa parecer, no entanto, a Geração Z não é formada pelos filhos da
Geração Y. A letra Z indica uma geração de indivíduos preocupados, cada vez mais com a conectividade com os demais indivíduos de forma permanente.
Assim, se as gerações anteriores se conectavam com o seu mundo através de um computador de mesa, a nova geração passou a ficar constantemente disponível e conectada através de dispositivos móveis. A noção de grupo passa a ser virtual. Cada pessoa passa a ter o seu vídeo game, a sua TV, o seu celular e o seu equipamento de som. Isto muda a forma de comportamento e relacionamento social sobremaneira, já que até então, essas formas de diversão, entretenimento ou comunicação eram coletivas. Ao final do Século XX, a televisão ocupava um lugar central na sala, reunindo a família no que se chamava "horário nobre". Da mesma forma no início do Século passado, o Rádio e equipamentos de som ocupavam esse lugar. A geração Z dispõe de todos esses dispositivos em equipamentos portáteis que não os prendem mais a lugar nenhum. A sala da família unida em torno da televisão como ironizado na abertura da série "Os Simpsons", deixa de existir.
Os indivíduos da geração Z, normalmente são datados como nascidos ao final do Século XX, entre 1990 e 2009. Mas, os gerados no início do Século XXI, independente de outras denominações que possam, ainda ser dadas, mantêm as características da geração Z. (alguns estudiosos já estão chamando os nascidos a partir de 2010 de Geração Alfa).
Assim, pessoas da geração Z acabam trazendo traços de comportamento das gerações anteriores, aliado a uma forte Responsabilidade Social e preocupação com o meio ambiente e a sustentabilidade do planeta. Já foi dito que a geração Z se parece mais com a geração Y do que os próprios indivíduos da Geração Y. A mudança e evolução da tecnologia estão fazendo nascer uma nova classificação: a Geração M. Com características semelhantes à Geração Z, adicionada a simultaneidade no uso dos dispositivos eletrônicos.


 

Fonte: Portal RH